Apenas mais um entre tantos diretores obscuros que passaram a vida inteira envolvidos na produção de segunda linha, Jean W. Yarbrough merece uma nota de rodapé graças à colaboração com grandes nomes do cinema de horror. O Vampiro da Morte (1940), uma de suas fitas mais infames, traz Bela Lugosi às voltas com um morcego gigante homicida. Em King of the Zombies (1941), lançou Mantan Moreland no estereótipo do "crioulo assustado". Mas sua real contribuição ao gênero foram os filmes Casa dos Horrores e The Brute Man (ambos de 1946), com o deformado Rondo Hatton como o estrangulador "Creeper". Fez mais de 80 filmes, incluindo muitas comédias da dupla Abbott & Costello. Trabalhando para o estúdio Monogram, rodou 14 longas apenas em 1941-2. Na Universal, fez o medíocre A Mulher Fera de Londres (1946), o menos memorável filme de "monstro" do estúdio. Seu último filme de "terror" foi o trash semi-musical Um Biruta na Casa do Espanto (1967), com John Carradine, Lon Chaney Jr. e Basil Rathbone.