Produtor, diretor e ator mexicano, nascido na Cidade do México, tem várias contribuições importantes ao cinema de horror de seu país. Em 1957, já bastante experiente no ramo, produziu O Vampiro, filme responsável pela ascensão do cinema de horror mexicano, cujo sucesso motivou a continuação O Ataúde do Vampiro (1958) e o início de um bem-sucedido ciclo. Estrelados por Germán Robles, os dois filmes tinham Salazar no papel do Dr. Enrique, o herói galã. Prosseguiu na produção de filmes do gênero, com os clássicos El Hombre y el Monstruo (1959), O Mundo dos Vampiros (1961), O Espelho da Bruxa (1962), O Barão do Terror (1963), La Cabeza Viviente (1963) e La Maldición de la Llorona (1963), no período mais prolífico e criativo do cinema fantástico do México. Entre seus mais de 70 papéis nas telas, está o personagem central de O Barão do Terror. A maioria de seus filmes como diretor - cerca de uma dúzia - são dramas românticos, feitos entre 1968 e 1988. Morreu vítima da doença de Alzheimer.